MAGNIFICAT: CÂNTICO DA VIRGEM MARIA

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Segue uma catequese proferida pelo Papa Bento XVI sobre o Magnificat, o Cântico de Maria. Aproveitem e fiquem com Deus!

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Papa Bento XVI, audiência geral, 15/02/06.

Magnificat: cântico da Virgem Maria

Queridos irmãos e irmãs

1. Chegamos agora ao final do longo itinerário começado há precisamente cinco anos, na primavera de 2001, pelo meu amado Predecessor, o inesquecível Papa João Paulo II. O grande Papa quisera percorrer nas suas catequeses toda a sequência dos Salmos e dos Cânticos que constituem o tecido orante fundamental da Liturgia das Laudes e das Vésperas. Tendo chegado ao fim desta peregrinação textual, semelhante a uma viagem no jardim florido do louvor, da invocação, da oração e da contemplação, deixemos agora o espaço àquele Cântico que idealmente sela toda a celebração das Vésperas, o Magnificat(Lc1,46-55).

É um cântico que revela em filigrana a espiritualidade dos anawim bíblicos, isto é, daqueles fiéis que se reconhecem “pobres” não só no desapego de qualquer idolatria da riqueza e do poder, mas também na humildade profunda do coração, despojado da tentação do orgulho, aberto à irrupção da graça divina que salva. De facto, todo o Magnificat, que ouvimos agora pela “Capela Sistina”, está assinalado por esta “humildade”, em grego tapeinosis, que indica uma situação de humildade e pobreza concretas.

2. O primeiro movimento do cântico mariano (cf. Lc 1, 46-50) é uma espécie de voz solista que se eleva em direcção ao céu para alcançar o Senhor. Com efeito, observe-se o ressoar constante da primeira pessoa: “A minha alma… o meu espírito… meu salvador… chamar-me-ão bem-aventurada… fez grandes coisas em mim…”. A alma da oração é, portanto, a celebração da graça divina que transbordou no coração e na existência de Maria, tornando-a a Mãe do Senhor. Ouvimos precisamente a voz de Nossa Senhora que fala assim do seu Salvador, que fez maravilhas na sua alma e no seu corpo.

A estrutura íntima do seu canto é, portanto, o louvor, o agradecimento, a alegria reconhecedora. Mas este testemunho pessoal não é solitário, intimista ou puramente individualista, porque a Virgem Mãe está consciente de ter uma missão a cumprir pela humanidade e a sua vicissitude insere-se no âmbito da história da salvação. E assim pode dizer: “A sua misericórdia se estende de geração em geração sobre aqueles que o temem” (v. 50). Com este louvor ao Senhor Nossa Senhora dá voz a todas as criaturas remidas, que no seu “Fiat”, assim como na figura de Jesus nascido da Virgem, encontram a misericórdia de Deus.

3. Neste ponto desenvolve-se o segundo movimento poético e espiritual do Magnificat (cf. vv. 51-55). Ele possui uma tonalidade mais coral, como que se à voz de Maria se associasse a da inteira comunidade dos fiéis que celebram as opções surpreendentes de Deus. No original grego do Evangelho de Lucas temos sete verbos no aoristo, que indicam igual número de acções que o Senhor realiza de modo permanente na história: “Manifestou o poder do seu braço… dispersou os soberdos. Derrubou os poderosos e exaltou os humildes. Aos famintos encheu de bens… despediu os ricos… acolheu Israel”.

Neste septenário de obras divinas é evidente o “estilo” no qual o Senhor da história inspira o seu comportamento: ele declara-se da parte dos últimos. O seu é um projecto que com frequência está escondido sob o terreno obscuro das vicissitudes humanas, que vêem triunfar “os soberbos, os poderosos e os ricos”. Contudo a sua força secreta está destinada a revelar-se no final, para mostrar quem são os verdadeiros prediletos de Deus: “Os que o temem”, fiéis à sua palavra; “os humildes, os famintos, Israel seu servo”, isto é, a comunidade do povo de Deus que, como Maria, está constituída por aqueles que são “pobres”, puros e simples de coração. É aquele “pequeno rebanho” que está convidado a não temer porque ao Pai aprouve conceder-lhe o seu reino (cf. Lc 12, 32). E assim este cântico nos convida a associar-nos a este pequeno rebanho, a ser realmente membros do Povo de Deus na pureza e na simplicidade do coração no amor de Deus.

4. Aceitemos então o convite que no seu comentário ao texto do Magnificat nos dirige santo Ambrósio. O grande Doutor da Igreja diz: “Esteja em cada um a alma de Maria que engrandece o Senhor, esteja em todos o espírito de Maria que exulta em Deus; se, segundo a carne, uma só é a mãe de Cristo, segundo a fé todas as almas geram Cristo; de facto, cada uma acolhe em si o Verbo de Deus… A alma de Maria engrandece o Senhor, e o seu espírito exulta em Deus, porque, consagrada com a alma e com o espírito ao Pai e ao Filho, ela adora com afecto devoto um só Deus, do qual tudo provém, e um só Senhor, em virtude do qual todas as coisas existem” (Exposição do Evangelho segundo Lucas, 2, 26-27: SAEMO, XI, Milão-Roma 1978, p. 169).

Neste maravilhoso comentário do Magnificat de santo Ambrósio sensibiliza-me de modo particular a palavra surpreendente: “Se, segundo a carne, uma só é a mãe de Cristo, segundo a fé todas as almas geram Cristo: de facto cada uma acolhe em si o Verbo de Deus”. Assim o santo Doutor, interpretando as palavras de Nossa Senhora, convida-nos a fazer com que o Senhor encontre um abrigo na nossa alma e na nossa vida. Não devemos apenas levá-lo no coração, mas devemos levá-lo ao mundo, de forma que também nós possamos gerar Cristo para o nosso tempo. Peçamos ao Senhor que nos ajude a magnificá-lo com o Espírito e com a alma de Maria e a levar de novo Cristo ao nosso mundo.

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“SER MAGNIFICAT É PARTILHAR A VIDA EM ORAÇÃO”

EXEMPLO CONTRA NECROMANCIA E EVOCAÇÃO DE MORTOS

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Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo e sua mãe Maria Santíssima!

Segue um bom exemplo de que não devemos consultar necromantes, evocar mortos ou qualquer coisa semelhante.

Fiquem com Deus!

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Fonte: Revista Jesus Vive e é o Senhor - JAN/94.

“Ora, Samuel tinha morrido e todo Israel o tinha pranteado. Então os filisteus se reuniram e avançaram. Mas quando Saul avistou os filisteus, foi tomado de medo e seu coração tremeu. Saul consultou ao Senhor, mas ele não lhe deu resposta nem por sonhos nem pela sorte e tampouco através dos profetas. Então Saul ordenou aos seus servos: Procurai-me uma mulher entendida em evocar os mortos, pois quero ir a ela e consultá-la. Saul se pôs a caminho com dois homens. Chegaram à casa da mulher de noite. Então ele disse: Por favor, adivinha para mim por meio da necromancia e evoca-me aquele que eu te disser! Então a mulher perguntou: A quem devo evocar? E ele respondeu: Evoca-me a Samuel. Vamos, o que estás vendo? A mulher respondeu a Saul: Estou vendo um deus subindo das profundezas da terra. Ele lhe disse: Qual é a sua aparência? Ela respondeu: É um homem velho que está subindo, envolto num manto. Então Saul reconheceu que era realmente Samuel e caiu com o rosto por terra, prostrando-se para ele. Samuel, porém, disse a Saul: Por que perturbas o meu repouso, evocando-me? Saul respondeu: Vejo-me numa situação desesperada: é que os filisteus me fazem guerra e Deus se retirou de mim, não me tendo respondido nem por boca dos profetas nem por sonhos. Por isso te chamei, para me indicares o que devo fazer. Samuel replicou: Por que ainda me consultas, quando o Senhor se retirou de ti, tornando-se teu adversário? O Senhor cumpriu o que tinha falado por meu intermédio. O Senhor arrancou da tua mão a realeza e a deu ao teu companheiro Davi. Já que não obedeceste ao Senhor e não levaste a cabo a sua cólera ardente contra Amalec, por isso o Senhor hoje te fez isto. O Senhor entregará contigo também a Israel nas mãos dos filisteus, e amanhã tu e teus filhos estareis comigo. O Senhor entregará nas mãos dos filisteus também o exército de Israel. Ao ouvir isto, Saul caiu como fulminado, estatelando- se no chão. É que estava profundamente apavorado com as palavras de Samuel.” (Trechos de 1Sm 28)

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Vemos o Rei Saul inquieto e em grande temor diante do exército dos filisteus, que marchava contra Israel. Ele busca orientação de Deus quanto a estratégia de guerra a usar, mas o Senhor nada responde.
Saul, desesperado, busca então uma médium em Endor, para saber o que fazer. A Bíblia narra que Saul pediu para a mulher evocar Samuel, que já havia morrido.

Aparecendo, poderia ter-se a falsa impressão que foi Samuel quem se comunicou com Saul. Porém, observe alguns detalhes nesta passagem: Saul não viu nada. A necromante primeiro “viu” um “deus” e depois “viu” um ancião. E Saul deduziu, concluiu, teve uma interpretação subjetiva de que era Samuel.

O “espírito” que simulou ser o espírito de Samuel cometeu uma série de erros em suas previsões:
1- Disse que no dia seguinte Saul estaria morto. Saul não morreu no dia seguinte à consulta da necromante, mas vários dias depois (só nas passagens de 1Sm 30,13.17 e 31,1-6, temos 5 dias);
2 - Disse que Saul seria entregue nas mãos dos filisteus. Só que Saul se suicidou e foi cremado pelo seu povo. Os filisteus não prenderam, amarraram, mataram, nem enterraram Saul;
3 - Disse também que os filhos de Saul seriam mortos e também aí mentiu. Em 2Sm 2,10 vemos o seu filho Isbosete vivo. Em 2Sm 21,8 vemos mais dois de seus filhos vivos: Armoni e Mifiboset.

Será que este “espírito de Samuel” mentia? Teria o profeta se pervertido após a morte?

A Bíblia diz, em 1Cr 10,13-14, que Saul morreu “porque consultara uma necromante e não o Senhor”. Ora, se Deus permitisse que Samuel se comunicasse com Saul, por que teria ele feito isso com Saul? Ou Deus foi incoerente ou quem se comunicou com Saul não foi Samuel e sim um espírito maligno. Este texto é claro em colocar a situação de escolha: ou você consulta a necromante ou consulta o Senhor. “Não vos dirijais aos espíritas nem aos adivinhos: não os consulteis, para que não sejais contaminados por eles” (Lv 19,31).

O contato com os espíritos malignos pode gerar sérios problemas físicos e espirituais: resistência às coisas de Deus; incredulidade; pensamentos, sonhos e desejos de morte, dificuldade de crescimento; doenças sem explicações médicas; desequilíbrios emocionais e psíquicos; perturbações mentais e nervosas; resistência e aversão à fé cristã e às coisas sagradas; morte física, espiritual e eterna.

Disponível em http://www.veritati s.com.br/ article/4855. Desde 8/4/2008.

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A DEVOÇÃO MARIANA À LUZ DE APARECIDA

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Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo e sua mãe Maria Santíssima!

Segue um atigo escrito por D. Jaime Vieira Rocha, bispo da Diocese de Campina Grande, sobre a devoção mariana à luz de Aparecida. Aproveitem!

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Prezado irmão, estimada irmã no Senhor Jesus, desde o dia 27 de julho até o dia 03 de agosto, na Catedral de Campina Grande, experimentamos a alegria espiritual de ter entre nós a imagem peregrina de Nossa Senhora, trazida do Santuário de Fátima, em Portugal. Um grande número de fiéis está peregrinando até a Igreja da Sé de Campina Grande para um momento de fé e oração junto à imagem da Santa Mãe de Deus. Inúmeros grupos estão se organizando, para ir ao encontro da Senhora de Fátima, a fim de pedir sua poderosa intercessão junto a Cristo, apresentando suas súplicas, louvores e ação de graças.

Meu irmão, minha irmã, diante desta graça especial que estamos vivendo no Ano do Jubileu da Diocese de Campina Grande, conscientes do momento em que vivemos as semanas missionárias em todas as nossas comunidades, tempo de despertar o espírito missionário de cada batizado discípulo de Cristo, a fim de sermos verdadeiramente uma Igreja Missionária, meditemos o que nos ensina a Conferência de Aparecida a respeito de Maria, discípula e missionária de Jesus. O Documento de Aparecida nos lembra que a máxima realização da existência cristã, como um viver trinitário do Deus Uno e Trino, nos é dada na Virgem Maria que, através de sua fé e obediência à vontade de Deus, assim como por sua constante meditação da Palavra e das ações de Jesus, é a discípula mais perfeita do Senhor.

Interlocutora do Pai em seu desígnio de enviar seu Verbo Eterno ao mundo para a salvação humana, com sua fé, Maria chega a ser o primeiro membro da comunidade dos crentes em Cristo, e também se faz colaboradora no renascimento espiritual dos discípulos. Sua figura de mulher livre e forte, emerge do Evangelho conscientemente orientada para o verdadeiro seguimento de Cristo. Ela viveu completamente toda a peregrinação da fé como mãe de Cristo e depois dos discípulos, sem que fosse livrada da incompreensão e da busca constante do projeto do Pai. Alcançou, dessa forma, o fato de estar ao pé da cruz em uma comunhão profunda, para entrar plenamente no mistério da Aliança.

A Virgem de Nazaré teve uma missão única na história da salvação, concebendo, educando e acompanhando seu filho até seu sacrifício definitivo. Desde a cruz, Jesus Cristo confiou a seus discípulos, representados por João, o dom da maternidade de Maria, que nasce diretamente da hora pascal de Cristo: “E desse momento em diante, o discípulo a recebeu em sua casa”. Perseverando junto aos apóstolos à espera do Espírito, ela cooperou com o nascimento da Igreja missionária, imprimindo-lhe um selo mariano que a identifica profundamente. Como mãe de tantos, fortalece os vínculos fraternos entre todos, estimula a reconciliação e o perdão e ajuda os discípulos de Jesus Cristo a experimentarem como uma família, a família de Deus. Em Maria, encontramo-nos com Cristo, com o Pai e com o Espírito Santo, assim como com os irmãos.

Um dos eventos fundamentais da Igreja é quando o “sim” brotou de Maria. Ela atrai multidões à comunhão com Jesus e sua Igreja, como experimentamos muitas vezes nos santuários marianos, como em Fátima. São incontáveis as comunidades que encontraram nela a inspiração mais próxima para aprender como serem discípulos e missionários de Jesus. Com alegria constatamos que ela tem feito parte do caminhar de cada uma de nossas comunidades, entrando profundamente na sua história. Os diversos nomes e os santuários espalhados por toda a nossa terra testemunham a presença de Maria próxima às pessoas e, ao mesmo tempo, manifestam a devoção e a confiança que os devotos sentem por ela. Hoje, quando nossa Igreja enfatiza o discipulado e a missão, é ela quem brilha diante de nossos olhos como imagem acabada e fidelíssima do seguimento de Cristo. Esta é a hora da seguidora mais radical de Cristo, de seu magistério discipular e missionário conforme nos envia o Papa Bento XVI: Maria Santíssima, a Virgem pura e sem mancha, é para nós escola de fé destinada a nos conduzir e a nos fortalecer no caminho que conduz ao encontro com o Criador do céu e da terra.

Maria, que “conservava todas estas recordações e meditava em seu coração”, ensina-nos o primado da escuta da Palavra na vida do discípulo e missionário. Ela fala e pensa com a Palavra de Deus; a Palavra de Deus se faz a sua palavra e sua palavra nasce da Palavra de Deus. Além disso, assim se revela que seus pensamentos estão em sintonia com os pensamentos de Deus, que seu querer é um querer junto com Deus. Meu irmão, minha irmã, que Deus nos conceda a graça de acolher em nosso coração o seu Verbo Eterno, a fim de que sejamos transformados e transfigurados inteiramente em discípulos missionários do Senhor Jesus. Que a Virgem Maria, Mãe de Deus, ajude-nos e proteja-nos neste caminho de vida e santidade. Amém!

PRÓXIMAS MISSÕES DE EVANGELIZAÇÃO DA COMUNIDADE MAGNIFICAT

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Olá pessoal,

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo e a bem-aventurada Virgem Maria!

Seguem as próximas missões de evangelização da Comunidade Magnificat:

  • 24/07: Pregação no Grupo de Oração “Jesus, fonte de misericórdia”, tema: Os desafios da fé cristã, Paróquia de Nossa Senhora de Fátima, Campina Grande.
  • 26/07: 2º encontro do Curso Paulino ministrado à equipe de pregação do conselho diocesano da RCC de Campina Grande. (Encontros acontecem todo 4º sábado de cada mês)
  • 16/08: 1º encontro do Curso Paulino ministrado aos fiéis da Paróquia de Santo Antonio, em Campina Grande. (Encontros acontecem todo 3º sábado de cada mês, aberto a todo povo de Deus)

Suplicamos a benção de Deus nestas missões para que Ele mesmo seja glorifacado, adorado e exaltado!

Aqueles que desejarem a nossa presença em momentos de evangelização, basta entrar em contato:

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- Tel.: (83) 3322-8212, falar com Silvana

Fiquem com Deus!

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SÃO PAULO - O APÓSTOLO IRREPRIMÍVEL

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Olá pessoal,

Damos início hoje ao Seminário Paulino no Grupo de Oração Magnificat. E para nossa motivação, segue um texto escrito por Dom Geraldo Magela. Fiquem com Deus e com a proteção da Virgem Santíssima!

A conversão no caminho de Damasco – por D. Geraldo Magela
    O propósito da viagem de Saulo a Damasco é defender a causa de Deus, guardar a pureza da revelação. A situação explodira anos antes em Jerusalém, numa das sinagogas de judeus de língua grega. Saulo recorda bem a cena: as palavras arriscadas de Estevão contra a Lei e o templo; a acusação, a sentença, a lapidação. Ele esteve presente. Como um tumor, a heresia dos “discípulos do Caminho”, depois chamados “cristãos”, havia se difundido, criando “desordens” entre o povo. As autoridades intervinham de modo drástico. Os mesmos problemas verificavam-se além dos confins da Judéia.
    O Sinédrio de Jerusalém, com autoridade moral sobre as sinagogas espalhadas pelo império, enviava emissários para conter a situação. Saulo é um deles. Um Messias crucificado.. que imbecilidade! Pessoas inteligentes podem chegar a tanto?Saulo antevê os muros de Damasco. As energias perdidas no caminho se renovam, o ânimo se acende, o espírito se prepara para o encontro com as autoridades da sinagoga local. A luz do dia é forte: meio dia, faltam poucos quilômetros, mas, improvisamente a viagem é truncada. O sol se apaga. Um incidente? Não. Uma emboscada? Um violento choque na encruzilhada? Um terrível impacto? Sim. Uma ruptura interior? Sobretudo.
    Saulo tentará explicar o que lhe sucedera: luz, voz, queda, cegueira, revelação, graça… Uma coisa é clara: Saulo foi raptado interiormente. Uma experiência que muda violentamente o centro de orientação da sua vida.
    Não existe outro Evangelho! Para Paulo o Evangelho é uma pessoa viva dentro de si: Jesus de Nazaré. A boa notícia não é tanto o que decorre do estupor confuso, diante de um túmulo vazio, na manhã daquele primeiro dia da semana depois do sábado da Páscoa do ano 30 d.C., mas a experiência do Cristo vivo em seu coração, que de dentro repete o seu anúncio e revive o seu mistério pascal. O Evangelho é Ele, Mestre interior e Pastor incansável, que se serve da mente, da vontade, do coração, das forças físicas dos fiéis para pensar, querer, amar, agir. Uma força interior que dilata todas as dimensões da personalidade.
    Não existe outro Evangelho. Este é o grande fruto da experiência de Damasco que revolucionou o mundo interior de Paulo. Tudo mais é nada: ser hebreu, pertencente à tribo de Benjamim, circuncidado, a formação farisaica… Nada pode ser equiparado ao conhecimento de Jesus Cristo, à experiência de ter sido por ele arrebatado, preso, conquistado.
    Escrevendo aos irmãos gálatas, 1, 8, o apóstolo é ainda mais drástico e declara: “Se nós mesmos ou um anjo do céu vos pregasse Evangelho diverso daquele que vos pregamos, seja anátema. Não existe outro Evangelho”.
    A identidade cristã deve gratidão a Paulo pela sua firmeza, quando “os discípulos do Caminho” foram tentados a identificar-se como nova corrente religiosa do judaísmo do primeiro século. Paulo os liberta de seus medos, tira-os de suas seguranças, desmascara compromissos aninhados em seus pensamentos. Não existe outro Evangelho.
    O suporte da existência não pode ser substituído nem com a observância da Lei, nem com a prática da circuncisão: no centro está Cristo, somente Ele. E se está Cristo, existem dois braços estendidos, à direita e à esquerda: aos judeus e aos pagãos, aos escravos e aos cidadãos livres, aos homens e às mulheres. O universalismo de Paulo, verdadeiro, fecundo, nasce aqui, não em Tarso. Em Cristo, com Cristo, por Cristo. Não existe outro Evangelho.
    “Com o exemplo de Paulo e das primeiras comunidades, é urgente desenvolver as ocasiões de diálogo com nossos contemporâneos, sobretudo onde se joga o futuro do homem e da humanidade. Os areópagos que solicitam hoje o testemunho dos cristãos são numerosos; eu vos encorajo a estar presentes no mundo. Como o profeta Isaias, os cristãos são colocados quais sentinelas em cima da muralha, para discernir os desafios humanos das situações presentes, para perceber na sociedade os germes de esperança e para mostrar ao mundo a luz da Páscoa, que ilumina com um novo dia todas as realidades humanas” (João Paulo II, 5 de maio de 2001).

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CONSAGRAÇÃO AO SENHOR NO CARISMA MAGNIFICAT

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Olá pessoal,

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo e sua santa mãe Maria!

É com alegria que comunicamos novas consagrações no Carisma Magnificat. No próximo dia 15 de julho, terca-feira, nossa irmã de Comunidade, Josefa de Oliveira, dará seu primeiro passo no caminho de consagração definitiva ao Senhor no Carisma Magnificat. O “primeiro sim” de Josefa de Oliveira, acontecerá duirante a missa na Casa de Formação da Comunidade, presidida pelo pároco de Santo Antonio, Pe. José Hermes. A missa terá início às 19Hs

Na sexta-feira, dia 18 de julho, participaremos da consagração definitiva ao Carisma Magnificat das nossas irmãs Marly Dantas e Magna Mendes Rocha, e da renovação da consagração de Silvana de Oliveira, Miracilda Rodrigues, Rosemary Pinheiro do Nascimento e Maria de Fátima Rodrigues da Silva, durante a missa presidida por Pe. Lourildo Soares, vigário geral da Diocese de Campina Grande e vigário da Paróquia de Nossa Senhora do Rosário. A missa terá início às 19:30Hs e também será realizada na Casa de Formação da Comunidade Magnificat.

Todos estão convidados a participar desse momento de festa e de alegria para todos os membros da Comunidade Magnificat. O Senhor, em sua grande providência, envia e suscita pessoas para trabalhar para o Seu Reino, no nosso Carisma.

A Casa de Formação da Comunidade Magnifcat está localizada à Rua Horácio de Sousa Cavalcante, 365, Bairro de Monte Castelo, Campina Grande - PB, Brasil, CEP 58103-440. E-mail:

Que o Senhor os proteja e Nossa Senhora interceda por todos!

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FILME SOBRE SÃO PAULO NO GRUPO DE ORAÇÃO MAGNIFICAT

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Olá pessoal,

Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo e sua santa mãe Maria!

Lebramos que o Seminário Paulino, inspirado no Ano Paulino inaugurado pelo Papa Bento XVI no último dia 28 de junho, no Vaticano, e que será realizado no Grupo de Oração Magnifcat, terá início no próximo dia 21 de julho, segunda-feira, às 18:30Hs, com a exibição do filme “PAULO, DE TARSO PARA O MUNDO”, em um telão. Durante o Seminário, iremos nos aprofundar na história e na espritualidade do grande Apóstolo Paulo, este homem que foi, como ele mesmo relata, “alcançado por Cristo” no caminho de Damasco e desde então entregou todo sua vida a Deus, proclamando o Evangelho e o nome de Jesus, com amor e parresia.

Que a vida e os ensinamentos de São Paulo nos levem, junto com a graça divina, a uma maior intimidade com o Senhor e a uma grande coragem para, se preciso for, dar a vida por Ele.

O Grupo de Oração Magnificat acontece todas as segundas-feiras, na Igreja do Sagrado Coração de Jesus, no bairro de Monte Castelo, paróquia de Santo Antonio, Campina Grande - PB. Nos próximos posts, disponibilizaremos um resumo das palestras que serão ministradas durante o Seminário. Aguardem.

Fiquem todos com Deus e amparados por Nossa Senhora!

Até breve.

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SÃO PEDRO DA COMUNIDADE MAGNIFICAT

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No próximo dia 28 de junho, às 20h30min, a Comunidade Magnificat realizará sua festa de São Pedro, na Casa de Formação da Comunidade. todos estão convidados para celebrarmos e festejarmos a alegria das festas juninas com muita música, dança e animação. Participe!

A LECTIO DIVINA

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A Lectio Divina é um modo de oração bastante antigo, utilizado por judeus e cristãos. Abaixo encontram-se os passos desta forma de diálogo com Deus e de meditação de Sua santa palavra. Clame as luzes do Espírito Santo e desfrutar da Lectio Divina e aproveite!

OS 5 PASSOS DA LECTIO DIVINA

LECTIO

(O que a palavra diz em si mesma)

Ler e reler o texto, baixinho e em voz alta; escutar o texto (alguém está falando!).

Prestar atenção a cada palavra, às idéias, às imagens, ao ritmo, à melodia. Tentar entender o texto (no contexto em que foi escrito). Se for possível, recorrer também a um bom comentário de um biblista.

MEDITATIO

(o que a Palavra diz HOJE para mim)

Repetir o texto (ou a parte que mais gerou interesse) com a boca, a mente e o coração; não “engolir” logo o texto e sim mastigá-lo, ruminá-lo, tirando dele todo o seu sabor. Não ficar só com as idéias que contém mas deixar que as próprias palavras mostrem sua força.

Penetrar no texto e interiorizá-lo, compreendê-lo, interpretá-lo a partir de nossa realidade; identificarmo-nos com ele: perceber como o texto expressa nossas próprias experiências, sentimentos e pensamentos.

Trata-se de atualizar o texto: perceber como ele acontece hoje em nossa realidade pessoal, comunitária e social; perceber qual a palavra que o Senhor poderá estar nos dizendo.

ORATIO

(O que a Palavra me leva a dizer)

Deixar brotar de dentro do coração tocado pela Palavra uma resposta ao Senhor. Dependendo da Leitura e da meditação feita, poderá ser uma resposta de admiração, louvor, agradecimento, pedido de perdão, compromisso, clamor, pedido, intercessão…

CONTEMPLATIO

(”O Senhor disse e tudo foi feito: ele ordenou e tudo existiu” Sl 32,91)

A Bíblia não usa o verbo contemplar e sim, escutar, conhecer, ver. Trata-se de saborear, “curtir” a presença de Deus, o jeito de Ele ser e agir, oo quanto Ele é bom e o quanto faz por nós. supõe uma entrega total na fé. Passa necessariamente pelo conhecimento de Jesus Cristo (”Quem me vê, vê o Pai!”), que se encontra do lado dos pobres.

COMMUNICATIO

(Destinatário da Palavra é o povo de Deus)

A communicatio é compartilhar e fraternizar, santidade e missão. A partir do que o Senhor fez e falou ao nosso coração, levar ao povo sedento da Palavra de Deus e da manifestação dos seus santos.

Na Liturgia, durante o canto de um salmo ou de um hinos, estes degraus acontecem praticamente ao mesmo tempo. A LECTIO e a MEDITATIO dependem mais de nossa vontade, de nossa atenção. Os demais dependem mais da Graça de Deus, do Espírito Santo que trabalha em nós. Comece já sua Leitura orante e verás em sua vida o acréscimo do Deus Vivo…

FONTE: Revista Alpha e Omega

Comunidade Alpha e Omega

SEMINÁRIO EM HONRA A SÃO PAULO

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Queremos convidar todos a participar do Seminário em honra ao apóstolo São Paulo, que será realizado no Grupo de Oração Magnificat, a partir do dia 21 de julho de 2008. A nossa inspiração para este evento, foi a instiuição do Ano Paulino, por parte do Papa Bento XVI, que se extenderá de 28 de junho de 2008 a 29 de junho de 2009, mais informações em http://www.annopaolino.org. O Grupo de Oração acontece todas as segundas-feiras, a partir das 19h30min, na Igreja do Sagrado Coração de Jesus, bairro de Monte Castelo, Campina Grande - PB.


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